Já reparou que as pessoas têm formas diferentes de ver o amor?

As pessoas elas são realmente singulares em todos os aspectos possíveis, elas falam diferente, elas sentem diferente e isso faz com que tudo seja diferente, de pessoa pra pessoa, de corpo pra corpo, de olhar pra olhar, mas fico pensando será que isso é bom pra gente? Será que a gente tem que identificar qual é a forma que a pessoa vê o amor e só daí então poderíamos nos conectar com elas? Ou será que a conexão pode acontecer com pessoas que veem o amor de formas diferentes?

Se eu fosse chutar uma opção, com certeza seria a segunda! Agora uma pergunta direta, você já sentiu aquele olhar que te fura a alma? Aquele olhar que pesa?

Me permita invadir a sua privacidade um pouquinho, mas tenho um palpite e acho que você já sentiu sim, acho que você sabe muito bem do q’eu to falando, calma, não precisa se sentir mal com isso, só temos nós dois aqui, pensando bem, só tem você, eu sou apenas uma cronica de um escritor de internet, não tem porquê ter vergonha de dizer que sim, eu sei guardar bem segredos, eu prometo.

Eu respondi desse lado, você respondeu desse aí, agora me diz, onde está o dono desse olhar? O que você fez com ele?

Dessa vez eu prometo não palpitar, eu mesmo não sei bem responder essa pergunta, eu a fiz porquê queria que você refletisse a respeito, eu vou sentar no meu canto de novo, antes que essa pergunta seja feita pra mim, eu não seria capaz de responde-la, não hoje.

Mas poderia dizer, que isso tem a ver sobre como as pessoas lidam com as paixões, que elas têm durante a vida, não?

Ou somos imaturos demais, sérios demais, profundos demais ou livres demais e nada disso seria um problema, se não fosse pelo “demais” que sempre vem depois disso…

Já escrevi muitas paginas sobre sentimentos que se vão, sobre diferenças, mas o maior problema é quando eles podem ficar, mas se vão, por motivos pífios, a diferença nunca é um problema, o problema é você não entender que ela pode ser uma dadiva, e é aí que a cicatriz costuma abrir.

Obrigado, com amor e carinho do poeta da esquina.

Foto por Alisa Bevers

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